Não estamos competindo.

A meditação não é competitiva. Não estamos competindo com nosso desempenho anterior, nem com ninguém. Não estamos competindo com São João da Cruz; não estamos competindo com a outra pessoa em nosso grupo de meditação. Precisamos nos lembrar disso, pois o ego é naturalmente competitivo e também naturalmente divisivo. Onde há divisão, há competição, e podemos até nos separar de nós mesmos e, por assim dizer, competir conosco mesmos em nossa jornada espiritual. É importante lembrar, ao entrarmos no silêncio deste retiro, que estamos nos desapegando dessa tendência competitiva do ego. Não estamos competindo com ninguém. Não estamos tentando ser os primeiros.

(Aspectos do Amor 1, de Laurence Freeman)

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