Aceitando a Impermanência
Na pobreza, aceitamos a permanência. A impermanência nos aterroriza porque nos coloca cara a cara com nossa mortalidade, nossa morte. Mas a impermanência também pode ser vista simplesmente em termos desse ritmo, esse fluxo, a quietude que conecta os atos de movimento, a quietude que conecta as duas respirações, a quietude que conecta as duas ondas. Há impermanência, mas também há continuidade. À medida que aprendemos a ser pobres em meditação, à medida que aprendemos o que o mantra tem a nos ensinar, aceitamos nossa mortalidade, aceitamos a morte e a morte como parte do nosso crescimento e aprendemos a praticar o não apego.
(Aspectos do Amor 2, por Laurence Freeman)
