Desapego radical

Para todos nós, é necessário esse desapego radical, seja ele imposto por uma prisão de cinco anos, com a vida repentinamente interrompida de forma drástica, ou de alguma outra maneira – talvez por uma doença, talvez por uma nova perspectiva de vida, talvez simplesmente pelo desenrolar das fases da vida. De alguma forma, precisamos aprender a desapegar para vivermos livremente. E temos o grande dom, na meditação, de poder desapegar, bem no âmago do nosso apego e da nossa competitividade. É aí que precisamos desapegar. De uma forma ou de outra, é o que precisamos aprender. E, ao aprendermos, aprendemos a ver tudo de forma diferente; o que parecia uma prisão se torna uma escola, o que parecia alienação se transforma em relacionamento.

(Aspectos do Amor 1, de Laurence Freeman)

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