Os puros de coração
O mantra, da mesma forma, cai no solo bom do nosso coração, aquilo que Jesus chama de “um coração bom e honesto”. Poderíamos descrever isso como um coração puro. E, na meditação, na repetição da palavra, na perseverança fiel em escutar a palavra, chegamos, pela prática, a ouvir o mantra.
Então, esse trabalho de escutar a palavra — ou de dizer o mantra escutando o mantra — purifica o coração. Assim, o nosso coração no início — isto é, esse nível de consciência que precisamos abrir e desenvolver por meio da meditação — pode, no começo, ser muito duro, um coração endurecido. Pode ser uma parede de tijolos do ego.
Talvez descubramos, no início, que estamos meditando, mas parece que não estamos chegando a lugar algum. Mas, como Jesus diz, aqueles que perseveram nisso descobrirão que o próprio coração começa a se tornar bom e honesto.
Nas Bem-aventuranças, ele diz que os puros de coração verão a Deus.
(Breakthrough, de Laurence Freema
