A atividade surge dessa quietude.

Se praticarmos meditação regularmente, descobriremos que existe uma quietude em meio a toda a nossa atividade. Na verdade, começamos a perceber que a atividade flui dessa quietude. É a quietude que descobrimos através da meditação, a quietude na qual aprendemos a nos amar, a nos aceitar, a nos conhecer e a nos transcender. Essa quietude não contradiz a ação. Na verdade, ela é a própria razão da ação, é a energia da ação.

(  Aspectos do Amor 2 , de Laurence Freeman)

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