Uma espiritualidade sequestrada pelo ego
Esta jornada em que estamos inseridos consiste em romper a barreira do ego, a barreira da separação em diferentes níveis e estágios da nossa vida. Usamos o termo “ruptura”, que pode sugerir pegar uma marreta e golpear a parede até que ela desabe. Essa é uma imagem violenta de pegar uma marreta e derrubar a parede tijolo por tijolo até que ela desmorone, violentando a nós mesmos para nos amarmos. Trata-se de um tipo negativo de espiritualidade, que encontra expressão em muitas tradições. Mas é, na verdade, uma espiritualidade falsa, sequestrada pelo próprio ego, por sua própria imagem de perfeição e perfeição negativa.
