Pobreza de Espírito

Esta quietude é uma espécie de pobreza, um desapego — um soltar do nosso esforço, um soltar do nosso controle; um soltar dos medos e desejos que dominam nossos esforços. Nessa pobreza, descobrimos o quanto é necessário sermos pobres para poder amar. Não podemos amar sem essa pobreza. Não podemos amar a nós mesmos sem entrar na pobreza de espírito.

Este é o primeiro passo: desistir, soltar, renunciar aos padrões de controle, esforço e ego, nos quais a maioria de nós acabou se envolvendo de forma quase viciante.

(Aspects of Love 2, de Laurence Freeman)

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